Tratamento

Psicólogo para luto em Brasília e online

Acompanhamento de adolescentes a partir de 14 anos e adultos que atravessam uma perda significativa, no consultório em Brasília ou por videochamada.

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Mãos folheando um álbum de fotografias antigas Assistir

O luto é a resposta a uma perda significativa e não é, em si, um transtorno. Ele tem tempo próprio, não segue etapas fixas e pode reunir tristeza, raiva, culpa, alívio e silêncio, às vezes no mesmo dia. O acompanhamento é indicado quando a dor se mantém desorganizadora e a vida não consegue seguir ao redor dela.

O luto não obedece a calendário

A ideia de etapas sucessivas, ainda muito repetida, não descreve bem o que acontece. O luto oscila: aproxima e afasta a lembrança, alterna dias suportáveis e dias em que a perda volta inteira. Datas, objetos e lugares reativam a ausência. Perdas também acontecem fora da morte, em separações, adoecimentos, migrações e rupturas de projeto, e igualmente pedem elaboração.

Sinais que costumam aparecer

  • Dor intensa que retorna em ondas, sem previsibilidade
  • Culpa por seguir a vida ou por sentir alívio
  • Dificuldade de retomar rotina, trabalho e relações
  • Evitação de lugares, objetos e conversas ligados à perda
  • Sensação de que ninguém ao redor compreende o tamanho da ausência

Como conduzo o acompanhamento do luto

O trabalho não busca encerrar a perda nem encurtar o tempo do luto. Ele oferece um lugar onde a ausência pode ser dita por inteiro, com tudo o que ela tem de contraditório, e onde o vínculo com quem partiu encontra uma forma possível de continuar existindo enquanto a vida segue.

Um lugar para dizer

Nem tudo o que o luto contém pode ser dito no círculo próximo. A sessão sustenta o que costuma ser silenciado.

O vínculo que continua

O trabalho ajuda a encontrar um lugar para a relação com quem partiu, sem que isso signifique esquecer.

A vida ao redor da ausência

Rotina, relações e projetos são retomados no ritmo possível, sem cobrança de superação.

Quando procurar acompanhamento

Não existe um marco temporal que autorize procurar ajuda. O que orienta a indicação é o grau de desorganização que a perda mantém na sua vida.

  • A dor permanece desorganizadora meses depois da perda
  • A rotina, o trabalho e as relações não conseguiram ser retomados
  • A culpa ocupa a maior parte do que você sente
  • A perda ficou sem ser falada com ninguém
  • Houve outras perdas próximas, uma sobre a outra

Perguntas frequentes sobre luto

Existe um tempo certo para o luto?

Não. O luto não tem prazo e não segue etapas fixas. O que orienta a indicação de acompanhamento não é o tempo decorrido, mas o grau de desorganização que a perda mantém na vida da pessoa.

Só se vive luto pela morte de alguém?

Não. Separações, perdas de saúde, mudanças de país, fim de projetos e rupturas familiares também produzem luto e pedem elaboração.

Falar sobre a perda não faz sofrer mais?

A dor já está presente. Falar organiza o que estava disperso e costuma reduzir a sensação de estar sozinho com aquilo. O ritmo do que é dito é sempre seu.

Posso levar meu filho adolescente?

Sim. O atendimento inclui adolescentes a partir de 14 anos. Em situação de luto familiar, o acompanhamento considera o momento de cada um e a dinâmica da família.

Primeiro passo

Seguir a vida não significa deixar a perda para trás.

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Atendimento a adolescentes a partir de 14 anos e adultos, presencial em Brasília e online.